Assim como em 2018, quando o eleitor hesitou, numa “escolha difícil”, ao votar em segundo turno, em um Professor Universitário, com experiência em gestão pública, Haddad, ou em um deputado do baixíssimo clero, com ligações incestuosas com a milícia do Rio, e aposentado por incapacidade mental no Exército, agora outra encruzilhada se apresenta.
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