Desde dezembro de 2014, quando completou 13 anos do começo da guerra no Talibã, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez uma declaração que colocava fim nas principais operações de combate no Afeganistão. O presidente democrata, que aumentou significativamente o número de soldados norte-americanos no terreno para quase 100.000, optou por concentrar os esforços de suas tropas no treinamento e na transferência de responsabilidades de segurança para as forças afegãs para poder encerrar a sua ação no Afeganistão. Após a sucessão do cargo, por Donald Trump, finalmente houve uma concordância na manutenção do contingente no Afeganistão até que a situação do conflito permitisse. Porém, em fevereiro de 2020, no âmbito das negociações de paz em Doha (Qatar), Trump acertou com o Talibã que retiraria as tropas do país em 14 meses.
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