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PRÓS:
– Diagnóstico precoce;Doença é mais fácil de tratar e com uma maior chance de cura se diagnosticada precocemente;PSA é amplamente disponível e de fácil realização;Alguns homens se tranquilizam após um resultado negativo;O número de mortes por câncer de próstata vem em queda desde o advento do teste de PSA.
– Diagnóstico precoce;Doença é mais fácil de tratar e com uma maior chance de cura se diagnosticada precocemente;PSA é amplamente disponível e de fácil realização;Alguns homens se tranquilizam após um resultado negativo;O número de mortes por câncer de próstata vem em queda desde o advento do teste de PSA.
CONTRAS:
– Alguns casos de CaP são de crescimento lento e restrito a glândula, com uma chance pequena de se tornar clinicamente relevante;O tratamento da doença localizada pode causar efeitos colaterais permanentes como disfunção erétil, incontinência urinária e retite actínica;O teste de PSA não é perfeito. Existem falsos positivos e falsos negativos;Um teste falso positivo pode gerar uma ansiedade desnecessária. Uma vez discutidos os prós e contras dos exames de rastreamento, alguns aspectos devem ser discutidos: A idade na qual os exames de rastreamento devem ser indicados variam conforme o risco da doença. Para a população geral, sem fatores de alto risco, a idade indicada é a partir dos 50 anos. Naqueles com critérios de alto risco (afrodescendentes, familiares de primeiro grau de um caso de CaP com. Admite-se que o risco de diagnóstico de câncer de próstata durante a vida é de 16,4% e de óbito, 3,7%. Sendo assim, a maioria dos casos de CaP não trará repercussão na vida do paciente, gerando apenas ansiedade com o diagnostico. Hoje em dia a vigilância ativa tornou-se uma estratégia cada vez mais adotada na prática clínica. É utilizada naqueles casos em que o tumor se mostra inicial e com um perfil de baixa agressividade e consiste em exames periódicos de PSA e novas biópsias a fim de detectar uma mudança no comportamento da doença, momento o qual seria conduzido o tratamento habitual (cirurgia ou radioterapia). Naqueles tumores mais indolentes, o tempo de duplicação celular é de cerca de 2 a 4 anos, levando em média 15 anos para atingir 1 cm3. Sendo assim, o profissional de saúde deve atentar para o momento de suspender o rastreamento – naqueles pacientes que estão assintomáticos e que possuem uma expectativa de vida inferior a 10 anos. Suspender o rastreamento baseado na expectativa de vida parece mais coerente que se basear em uma idade exata, visto as diferencias regionais, étnicas, comodidades e história familiar. (Fonte: MSN)
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– Alguns casos de CaP são de crescimento lento e restrito a glândula, com uma chance pequena de se tornar clinicamente relevante;O tratamento da doença localizada pode causar efeitos colaterais permanentes como disfunção erétil, incontinência urinária e retite actínica;O teste de PSA não é perfeito. Existem falsos positivos e falsos negativos;Um teste falso positivo pode gerar uma ansiedade desnecessária. Uma vez discutidos os prós e contras dos exames de rastreamento, alguns aspectos devem ser discutidos: A idade na qual os exames de rastreamento devem ser indicados variam conforme o risco da doença. Para a população geral, sem fatores de alto risco, a idade indicada é a partir dos 50 anos. Naqueles com critérios de alto risco (afrodescendentes, familiares de primeiro grau de um caso de CaP com. Admite-se que o risco de diagnóstico de câncer de próstata durante a vida é de 16,4% e de óbito, 3,7%. Sendo assim, a maioria dos casos de CaP não trará repercussão na vida do paciente, gerando apenas ansiedade com o diagnostico. Hoje em dia a vigilância ativa tornou-se uma estratégia cada vez mais adotada na prática clínica. É utilizada naqueles casos em que o tumor se mostra inicial e com um perfil de baixa agressividade e consiste em exames periódicos de PSA e novas biópsias a fim de detectar uma mudança no comportamento da doença, momento o qual seria conduzido o tratamento habitual (cirurgia ou radioterapia). Naqueles tumores mais indolentes, o tempo de duplicação celular é de cerca de 2 a 4 anos, levando em média 15 anos para atingir 1 cm3. Sendo assim, o profissional de saúde deve atentar para o momento de suspender o rastreamento – naqueles pacientes que estão assintomáticos e que possuem uma expectativa de vida inferior a 10 anos. Suspender o rastreamento baseado na expectativa de vida parece mais coerente que se basear em uma idade exata, visto as diferencias regionais, étnicas, comodidades e história familiar. (Fonte: MSN)
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