IBIPITANGA: HOMENAGEM A JOSSIVANIO COIMBRA( NEN DE VALTINHO)

A morte é o grande mistério que ronda a humanidade , faz muitos sofrerem, especialmente pela ausência de pessoas queridas, de quem jamais sentiremos o perfume, o afago, o abraço carinhoso, a voz a nos chamar e tudo o que faz diferença em nossas vidas. Todos nós perdemos pessoas queridas, mas em nosso íntimo, ainda acreditamos que podemos encontrá-las em cada esquina, que vamos abrir a porta e dar de cara com elas. Porém, elas apenas se mostram em nossos sonhos e na saudade que cresce a cada dia, independente de quanto tempo faz desde a sua partida.Às vezes, pensamos em homenagear a quem amamos ou já faleceu, mas não conseguimos encontrar as palavras certas. Todas elas fogem e quando se juntam, não dão o verdadeiro sentido que gostaríamos de exprimir. Por isso, deixaremos aqui um mensagens para homenagear e agradecer    a quem já passou por nossas vidas e deixou um vazio imenso em nosso coração.

Deus costuma usar a solidão. Para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida. (Paulo Coelho)

       
          Hoje minha postagem vem em formato de Homenagem
              
Alguém querido se foi. Muito querido. A hora da morte é um momento de reflexão muito intenso. O luto me faz pensar em diversas coisas. E principalmente na lição que essa pessoa nos  deixou.
Nome:  JOSSIVANIO BARROS COIMBRA.NEN DE VALTINHO
Este homem passou pela vida, experimentou o amargo, mas não deixou de ser um doce de pessoa. Sempre quando nos encontrávamos, ele fazia questão de pegar na minha mão, brincava e demorava para solta-la. Era cheio de amor e mansidão.
  (JOSSIVANIO BARROS COIMBRA) NEN DE VALTINHO que nos deixou aos 47 anos. 

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