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ROLLS-ROYCE CONFIRMA PRIMEIRO CARRO 100% ELÉTRICO E FIM DOS MOTOTES V12


No começo deste ano, surgiram especulações sobre o lançamento de um carro 100% elétrico da Rolls-Royce em 2022. Agora, após alguns meses, a fabricante inglesa confirma os rumores, e anuncia, então, o seu primeiro carro movido a eletricidade. Trata-se do Spectre, modelo que será lançado no mercado em 2023, dando início à eletrificação da marca.do conceito 103EX Vision Next 100 Concept, em 2016, a Rolls-Royce finalmente dará início à eletrificação dos seus modelos. E com prazo para largar os tradicionais motores V12. Com o lançamento do Spectre, a fabricante inglesa simbolizada pelo ”Espírito do Êxtase” vai abandonar os motores V12 a combustão a partir de 2030.

”Com este novo produto, estabelecemos nossas credenciais para a eletrificação de todo o nosso portfólio de produtos para 2030. Até esta data, Rolls-Royce não irá mais atuar no negócio de produzir ou vender nenhum produto com motor de combustão interna”, declarou o CEO da Rolls-Royce Motor Cars, Torsten Müller-Ötvös.

MODELO ELÉTRICO DE LUXO
De acordo com o executivo, o Sepctre usará a mesma base do Rolls-Royce Phantom, modelo lançado em 2016 com a arquitetura feita de alumínio. No entanto, ainda não há dados oficiais sobre desempenho, nem mesmo expectativa sobre valores.
Em nota, o CEO afirmou que o Spectre vai entrar na fase de testes de rodagem nas vias públicas. ”É o modelo real, que será testado aos olhos de todos e nossos clientes receberão as primeiras entregas do automóvel a partir do último trimestre de 2023”, confirmou.
Com o Spectre em vista, a marca britânica, portanto, não passará por uma etapa híbrida como a maioria das montadoras. Ou seja, com o projeto de abandonar os motores a combustão até 2030, a Rolls-Royce vai produzir apenas carros 100% elétricos.

PREVISÃO DA ELETRIFICAÇÃO
No início do século passado, Charles Rolls, fundador da Rolls-Royce, testou um dos primeiros veículos elétricos do mundo, chamado de Columbia. Ao perceber como o modelo era silencioso e limpo, Rolls considerou uma alternativa ideal, mas a longo prazo.
”Não há nenhum odor ou vibração e será muito pertinente quando estações de recarga forem uma realidade. Mas não acredito que sejam operacionais neste momento – ao menos por muitos anos”, registrou Rolls. (Fonte: Jornaldocarroestadao)

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