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Veja fotos do cortejo de Manoel de Lulinha

Ibitiarenses dão último adeus ao amigo Manoel Amorim(Manoel de Lulinha)

– 27 de Fevereiro de 2012 Posted in: Liberdade-Bom-sucesso

Sepultamento de Manoel de Lulinha- Foto: Nengo/ Liberdade bom sucesso Ibitiara-Ba

 Grandes presenças e muitas emoções marcaram o velório e sepultamento do amigo , Manoel Alves Amorim. Indiscutivelmente, em seus 54 , Manoel de Lulinha trabalhador rural e comerciante de Gado, morreu na noite sabado dia 25  no Hospital Geral do Estado em Salvador -Ba  Manoel de Lulinha, tio do Vereador Sivaldo Amorim, manoel deixa
esposa filhos neto e muitos amigos e familiares .

As despedidas aconteceram durante todo a noite de domingo para sequnda em sua residençia depois o cortejo segui para igreija catolica da cidade com Missa de corpo
presente celebrada pelo Pe. Aldo,sequindo para o cemiterio da cidade, diversas personalidades e autoridade ligadas a Manoel de Lulinha e sua família participaram das cerimônias. No as 8:00 o translado do corpo até o cemitério foi feito em carro da funeraria Mâos Amigas Em breve passeata pelo Centro da cidade, os Ibitiarenses puderam dar adeus ao homem tido como exemplo a ser

Liberdade bom sucesso faz uma homenagem a Manoel Alves de Amorim

"Sabe como a Águia ensina seu filhote a voar? A Águia faz o ninho bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e em volta o ar para sustentar as asas dos filhotes. A águia mãe empurra os filhotes para beira do ninho. Neste momento seu coração. Se acelera com emoções conflitantes, pois ao mesmo tempo que empurra sente resistência dos filhotes em não querer ir em direção ao precipício. Para eles a emoção de voar começa com medo de cair. Faz parte da natureza da espécie. Apesar da dor a águia sabe que aquele é o momento, sua missão deve se completar, mas ainda resta a tarefa final: O Empurrão. A águia enche-se de coragem, ela sabe que enquanto seus filhotes não descobrirem suas asas, não entenderão o propósito de sua vida, enquanto não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que
é nascer águia, assim o empurrão é o maior presente que ela pode oferecer a eles. E seu supremo ato de amor, então empurrando um a um ela os precipita para o abismo e eles voam livres após descobrirem suas asas. Mas se ainda eles não descobrem como ela tem uma capacidade de voar em uma velocidade incrível, quase sempre, salva seu filhote a poucos metros do solo."

Quando eu era garoto, tive um professor de história chamado Marcos, nos idos de 1980. Esse professor era ousado e tinha por hábito pedir trabalhos de escola que obrigassem-nos a pensar, como por exemplo, fazer rapaduras como na época da escravidão, sem o uso de recursos modernos: Um buraco no chão, um caldeirão de barro e no maximo, usar mel açucarado para talhar o caldo da cana. As melhores notas eram as melhores documentadas e artesanais, como aquelas que usavam um monjolo, um pilão ou uma moenda feitas a mão. Bons tempos que os professores nos empurravam no abismo. Bons tempos que nossos professores eram águias. Esses são os únicos mestres que nos lembraremos por toda a nossa vida.

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