Outro motivo da reivindicação, segundo o presidente do sindicato, são os baixos salários pagos aos trabalhadores e o plano de saúde oferecido pela empresa, que cobra co-participação e é descontado direto na folha de pagamento.
“É uma vergonha no estado da Bahia o trabalhador de Telecomunicação estar com um salário defasado de 734 reais, e o plano de saúde que a empresa oferece cobra co-participação e no mês que a família do trabalhador adoece ele ganha 400. Tenho aqui em mãos o contra-cheque de 400, 500, 600 reais. Essa é a vida do trabalhador de Telecomunicações na Bahia”, protestou Josué Araújo.
As informações são de Ney Silva do Acorda Cidade.