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AUGUSTO CASTRO e HILDÉCIO MEIRELESTrocar o Legislativo estadual por um Executivo municipal. Esse é o plano de pelo menos 15 deputados que integram a Assembleia Legislativa da Bahia, que podem disputar prefeituras na eleição do ano que vem. Pela legislação eleitoral, políticos em mandatos eletivos não precisam se licenciar do cargo para concorrer a qualquer pleito e isso é uma dor de cabeça a menos para os parlamentares. Com base nas movimentações de direções partidárias e articulações políticas é possível apontar cidades como Feira de Santana, onde os deputados Zé Neto (PT), Carlos Geílson (PSDB) e José de Arimateia (PRB) podem disputar a prefeitura hoje administrada pelo democrata Zé Ronaldo. Em 2016, Zé Ronaldo venceu Zé Neto com 195 mil votos, ante 55 mil do petista. Em Salvador, o deputado Sargento Isidório (sem partido) deve entrar no páreo como uma das candidaturas da base aliada ao governador Rui Costa (PT). Vitória da Conquista poderá reunir três deputados na disputa pelo Executivo. O radialista Herzem Gusmão (PMDB) aparece como favorito nas pesquisas, mas poderá ter que duelar nas urnas com colegas parlamentares como Fabrício Falcão, pelo PCdoB, e Zé Raimundo, nome cogitado no PT para brigar pela prefeitura do município. Em Itabuna, no sul baiano, a oposição formada pelo DEM, PSDB e PMDB busca um consenso e o nome do deputado tucano Augusto Castro aparece na lista como uma possibilidade. Lá, Castro poderá ter que enfrentar outro deputado, mas federal, o comunista Davidson Magalhães, que pode sair candidato com o apoio do atual prefeito Vane da Renascer (PRB). Um dos pupilos do prefeito ACM Neto (DEM), o novato na AL, Pablo Barrozo é pré-candidato pelo Democratas na cidade de Barreiras, importante polo do agronegócio no oeste baiano. O parlamentar poderá enfrentar a ex-deputada Kelly Magalhães, que já foi colocada no páreo pela direção estadual do PCdoB. Outro novato no posto de deputado estadual e que pode tentar prefeitura é o peemedebista Hildécio Meireles. Ex-prefeito de Cairu, o parlamentar conseguiu eleger seu sucessor em 2012, Fernando Brito, mas pode tentar retomar o posto em 2016. Também em primeiro mandato, o petista Gika, que se elegeu com o apoio do prefeito de Serrinha, Osni Cardoso, de quem era vice, pode ser a aposta do partido na sucessão municipal. (Fonte: Tribuna) 
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