
Segundo o delegado titular da DRCPIM, Maurício Demétrio, que acompanhou a ação, a idosa informou que sabia das atividades ilegais praticadas pela moça e afirmou “não aguentar mais a presença da filha em casa”, com quem mantinha uma relação conturbada. A senhora contou a polícia que, inclusive, sofria maus tratos cometidos pela filha, que nunca trabalhou. Em depoimento, Mariana negou todas as acusações.

O material será enviado ainda nesta quinta-feira para uma avaliação técnica da H.Stern, que ainda não se posicionou. De acordo com a polícia, Mariana atuava há pouco mais de um ano como falsificadora de joias. Ela vendia os itens como se fossem produzidos pela loja H.Stern, que descobriu o esquema e denunciou a falsificadora. Apesar dos valores arrecadados com as vendas, era o padrasto de Mariana que mantinha a casa e arcava com as despesas da residência.
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