MORDOMIAS DOS EX-PRESIDENTES CUSTAM CARO

As mordomias dos ex-presidentes custam caro, chegando, por exemplo, a R$ 4,6 milhões em 2018 com um deles sem atividade porque está preso por corrupção. No Brasil, os ex-presidentes têm direito a uma série de benefícios, por lei. Quando sai, leva quatro seguranças, dois carros com motoristas e dois servidores em cargos de comissão.
Os ex-mandatários têm ainda direito a passagens aéreas e diárias de hotéis, além de despesas de combustível. Todas essas vantagens foram criadas por Sarney e reforçadas por Lula, por decreto. Em 2018, nós bancamos R$ 4,6 milhões com os cinco ex-presidentes.
Os ex-presidentes petistas estão nas duas pontas do gráfico. Dilma Rousseff foi a que mais gastou e Lula, porque está preso desde o início de 2018, foi o mais ‘econômico’. Dilma, por ter recebido um impeachment, não deveria manter a mordomia, mas gastou R$ 1,36 milhão.
Collor, outro afastado pelo Congresso, foi o segundo mais caro, gastando R$ 964,7 mil. José Sarney nos custou R$ 813,3 mil em 2018. Fernando Henrique Cardoso gastou R$ 788,1 mil. Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo preso o ano inteiro, custou a nós R$ 665,8 mil.
UMA VERGONHA
O advogado e professor de direito, Yuri Sahione explica que os privilégios dos quais os ex-presidentes têm direito não estão previstos na Constituição e, portanto, podem ser alterados pelo parlamento. “Nos tempos atuais esse tipo de privilégio parece herança colonial”.
Hoje tramitam no Congresso três projetos que propõem o fim dos privilégios de ex-presidentes caçados ou condenados. Um deles é do senador Álvaro Dias. “É um escárnio, é aviltante ver o cidadão brasileiro, o trabalhador, pagando impostos para sustentar essas despesas”.
Outras duas propostas restringem a concessão para condenados, mas mantém para os outros, com um limite de 20 anos para uso das mordomias. Considerando que presidentes costumam deixar o cargo com mais de 70 anos, é um benefício praticamente até o fim da vida. Não muda nada.
Os ex-mandatários têm ainda direito a passagens aéreas e diárias de hotéis, além de despesas de combustível. Todas essas vantagens foram criadas por Sarney e reforçadas por Lula, por decreto. Em 2018, nós bancamos R$ 4,6 milhões com os cinco ex-presidentes.
Os ex-presidentes petistas estão nas duas pontas do gráfico. Dilma Rousseff foi a que mais gastou e Lula, porque está preso desde o início de 2018, foi o mais ‘econômico’. Dilma, por ter recebido um impeachment, não deveria manter a mordomia, mas gastou R$ 1,36 milhão.
Collor, outro afastado pelo Congresso, foi o segundo mais caro, gastando R$ 964,7 mil. José Sarney nos custou R$ 813,3 mil em 2018. Fernando Henrique Cardoso gastou R$ 788,1 mil. Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo preso o ano inteiro, custou a nós R$ 665,8 mil.
UMA VERGONHA
O advogado e professor de direito, Yuri Sahione explica que os privilégios dos quais os ex-presidentes têm direito não estão previstos na Constituição e, portanto, podem ser alterados pelo parlamento. “Nos tempos atuais esse tipo de privilégio parece herança colonial”.
Hoje tramitam no Congresso três projetos que propõem o fim dos privilégios de ex-presidentes caçados ou condenados. Um deles é do senador Álvaro Dias. “É um escárnio, é aviltante ver o cidadão brasileiro, o trabalhador, pagando impostos para sustentar essas despesas”.
Outras duas propostas restringem a concessão para condenados, mas mantém para os outros, com um limite de 20 anos para uso das mordomias. Considerando que presidentes costumam deixar o cargo com mais de 70 anos, é um benefício praticamente até o fim da vida. Não muda nada.
(Fonte: A Região)









































